Claramente isto trata-se de mais um ataque de átomos enfurecidos. Às vezes deveria aparecer uma placa luminosa na testa dessa gente que tem irritabilidade espontânea, a avisar a hora da erupção. Daria tempo de assim evacuar uma área de pelo menos 100 m2, área definida por um decreto de lei qualquer de uma data qualquer pelo governo civil.
Ok, isto não acontece. Limita-mo-nos assim a levar com um ' vai para o caralho ' vindo do nada... ainda não percebi se responder será pior ou melhor, porque se ficar em silêncio o protesto é de estar em silêncio e que não tenho gabarito para responder. Se respondo pode dar quase para violência doméstica com direito a prisão domiciliaria para assim esta continuar a ser praticada.
(É tipo bola de neve. Dá para perceber o género...)
O que fazer?
De facto não sei antecipar tremores de terra, nem erupções vulcânicas espontâneas... das duas uma, ou conhecemos bem a área e as placas tectónicas e somos fantásticos geólogos, ou então arrisca-mo-nos a levar com lava, pedras, e outras coisas que possam advertir destas catástrofes naturais.
Fantástico, devia ter seguido pelo ramo das ciências, (percebeu eu agora, tarde de mais.) (hmmm esta ultima frase deixou algo no ar, vejamos, ciencias vs. artes, nao percam a proxima postagem do blog que ninguem-lê-para-alem-de-mim-e-isso-chega.blogspot.com)
2.06.2010
2.05.2010
12.09.2009
arrumações.
Ontem equiparei as arrumações de uma casa às arrumações do eu.
Porque as casas são como as pessoas. Para arrumar e limpar bem as coisas é preciso ir desarrumando, ou desarrumar tudo de uma vez, e depois ir limpando o pó. Deitar coisas que já não se quer fora e por tudo no seu devido lugar... e sabem como é, às vezes deparamo-nos com coisas nas nossas arrumações que nunca sabemos se deitamos fora, ou se nos podem fazer falta um dia... mas numa fracção de segundos logo damos o devido destino a esse objecto. É aí que difere o arrumar a casa do arrumarmo-nos: numa fracção de segundos não podemos, nem conseguimos descartar coisas que estão em nós. Logo arrumarmo-nos pode demorar semanas, meses...
Quando remodelamos a nossa casa, ou uma divisão reparem que normalmente precisamos de ajuda de uma ou mais pessoas para o processo ser mais rápido, também porque os moveis são pesados e há muito que pintar. Mas no que toca a arrumações, só nós devemos arrumar a nossa divisão. Toda a gente sabe que as empregadas nos fazem procurar as coisas nos sítios onde nunca ponderaríamos vasculhar.
Porque as casas são como as pessoas. Para arrumar e limpar bem as coisas é preciso ir desarrumando, ou desarrumar tudo de uma vez, e depois ir limpando o pó. Deitar coisas que já não se quer fora e por tudo no seu devido lugar... e sabem como é, às vezes deparamo-nos com coisas nas nossas arrumações que nunca sabemos se deitamos fora, ou se nos podem fazer falta um dia... mas numa fracção de segundos logo damos o devido destino a esse objecto. É aí que difere o arrumar a casa do arrumarmo-nos: numa fracção de segundos não podemos, nem conseguimos descartar coisas que estão em nós. Logo arrumarmo-nos pode demorar semanas, meses...
Quando remodelamos a nossa casa, ou uma divisão reparem que normalmente precisamos de ajuda de uma ou mais pessoas para o processo ser mais rápido, também porque os moveis são pesados e há muito que pintar. Mas no que toca a arrumações, só nós devemos arrumar a nossa divisão. Toda a gente sabe que as empregadas nos fazem procurar as coisas nos sítios onde nunca ponderaríamos vasculhar.
12.04.2009
(65daysofstatic)
Chuva bate. Vento sopra. A chuva lá fora. Escuridão acolhedora.
Ao ouvido dizes-me o que estás a sentir, sussurrando, como se fosses a própria chuva, o próprio vento. É aí que te sinto aqui dentro, com a chuva, com o vento, com a escuridão acolhedora. Envolve-me, então, mais uma vez na noite fria.
10.25.2009
A hora muda.
Tantas coisas. Inexplicáveis, inevitáveis, incontornáveis, desconfortáveis.
A pressa para ir, todo um eu a querer fugir. Não sei, com quem queres falar hoje? É tanta gente dentro de mim. É tanta coisa. Tantas coisas.
O sufoco, a ruptura, o fervilhar. Tanta gente à minha volta e é mais a confusão dentro de mim. A claustrofobia apodera-se. O amor apega-se e perde-se ('quando se dá aos dias e às pessoas').
A vida, esta coisa hipotética, sem sentido. A hipocrisia no seu modo mais figurativo: porque as cores não existem, porque o tempo é relativo, porque os dias são meros números...
A pressa para ir, todo um eu a querer fugir. Não sei, com quem queres falar hoje? É tanta gente dentro de mim. É tanta coisa. Tantas coisas.
O sufoco, a ruptura, o fervilhar. Tanta gente à minha volta e é mais a confusão dentro de mim. A claustrofobia apodera-se. O amor apega-se e perde-se ('quando se dá aos dias e às pessoas').
A vida, esta coisa hipotética, sem sentido. A hipocrisia no seu modo mais figurativo: porque as cores não existem, porque o tempo é relativo, porque os dias são meros números...
10.15.2009
How to cut correctly the wrists
CITY.RAVERS & The Suicide Club
Present...
How to cut correctly the wrists
Present...
How to cut correctly the wrists
1- Down the road not across the street
2- In a hot tub
3- Whit a sharp object (use your imagination)
4- Leave your note to your mother
5- And why not sniff cocaine before the act?
2- In a hot tub
3- Whit a sharp object (use your imagination)
4- Leave your note to your mother
5- And why not sniff cocaine before the act?
10.10.2009
Ela pt2
Ela no fundo repugna-me com todas as forças que ainda me restam. Ela, aquela coisa estranha e inconstante que habita em mim. Não sei quem ela é, não sei de onde ela vem, o que a trouxe até aqui. A questão mais importante é: o que é que ela no fundo quer de mim?
Queria poder manda-la embora, mas ela não saí daqui. Já lhe bati, já a feri, já a maltratei, já a escorracei...
(Tirem-me daqui.)
Queria poder manda-la embora, mas ela não saí daqui. Já lhe bati, já a feri, já a maltratei, já a escorracei...
(Tirem-me daqui.)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


